Contas, cartões, financiamentos, imóveis, veículos, aluguel, investimentos e a sua empresa, tudo no mesmo lugar. E o imposto de cada um: bolsa, day-trade, come-cotas, carnê-leão, ganho de capital, cripto e exterior, com a DARF pronta e a declaração montada.
Hoje isso está espalhado em três programas. Abra cada um aqui embaixo para ver o que tem dentro.
Contas, cartões, financiamentos, o salário e tudo que se repete todo mês. Você importa o extrato do banco e a nota da corretora.
Cada compra do cartão entra classificada — mercado, farmácia, escola, combustível. Assim você não vê só o total da fatura no fim do mês: vê onde gastou.
Ações, fundos imobiliários, ETF, renda fixa, previdência, cripto, imóveis e veículos. O preço médio é calculado, e a cotação vem sozinha.
A empresa fica separada de você: o que é dela não soma no seu patrimônio. E o dividendo, o pró-labore e o aporte de capital andam entre as duas, cada um registrado como a Receita espera.
Ele apura todo mês, emite a DARF e monta a declaração ficha por ficha, com os números que você vai digitar no programa da Receita.
Se faltar a cotação do dia da venda, ele para e diz o que está faltando. Não inventa número para o cálculo fechar.
A lista inteira, sem enfeite. O que ainda está em construção está marcado como tal.
Se faltar alguma coisa que você precisa, escreva. A lista cresce pelo que os usuários pedem.
Quase todo programa mostra uma linha subindo até a sua aposentadoria. Mas são três perguntas diferentes, e uma linha só responde uma delas.
O destino. Sai do que você gasta, não do que você ganha: para viver sem depender de salário, o seu patrimônio precisa sustentar o seu padrão de vida. É o cálculo de independência financeira.
O tempo da viagem. Com o que você já tem, o que guarda por mês e um rendimento médio, a projeção direta mostra o saldo ano a ano até cruzar o destino. É a conta que dá para refazer no papel.
As rotas. O mercado não rende a média todo ano, então a mesma carteira é simulada milhares de vezes com a variação real. Em vez de uma data, você vê a faixa — e a chance de chegar em cada ano dela.
Você gasta R$ 9.000 por mês. Para viver disso sem trabalhar, precisa de cerca de R$ 2,7 milhões rendendo.
Você tem R$ 480 mil e guarda R$ 4.500 por mês. Pela projeção direta, o patrimônio cruza os R$ 2,7 milhões em 2044.
Nas simulações, 2044 fica no meio. Em um quarto dos caminhos você chega antes de 2041; em outro quarto, só depois de 2049. Oito anos de diferença na mesma carteira, com as mesmas decisões.
A primeira conta dá o destino. A segunda dá a data. A terceira mostra que a data tem uma margem de oito anos — e é essa margem que decide se você pode contar com ela ou se precisa guardar mais. Uma linha só mostraria apenas 2044, e você nunca saberia da margem.
Suas premissas. Seus dados. Sua projeção. Seu caminho. O gasto, a poupança e a sua inflação o programa mede do seu histórico — não pergunta. O horizonte e a taxa de retirada você escolhe. E o retorno futuro, que ninguém sabe, ele pede em vez de inventar.
São 57 no total. Estas quatro são as que você mais vai abrir.
Não pedimos a senha do seu banco. Não conectamos ao Open Finance. Não temos como ver o que você tem — porque nada disso chega até nós.
Lançamentos, saldos, investimentos, contas apuradas e comprovantes ficam num arquivo no seu computador. O que sai daqui é a sua licença e o pedido das cotações do dia, que é o mesmo para todo mundo e não diz quem é você.
O seu e-mail, para emitir a licença e mandar os avisos que você precisa receber. Nome, CPF ou CNPJ e endereço, porque a nota fiscal exige. O registro de que você aceitou o contrato, com a data. E um número que identifica a instalação, sem nenhum dado seu dentro.
Quando o programa trava, ele pergunta se pode mandar o relatório do erro. Antes de mandar, mostra na tela o que seria enviado. E nunca vai nada do que você lançou.
Você pode pôr uma senha no arquivo. Ela é a própria chave: nós não sabemos qual é, e não existe «esqueci minha senha». Se perder, perdeu o acesso àquele arquivo.
É o preço de a gente não ter como abrir a sua base. Se preferir sem senha, o programa funciona igual, e o arquivo fica aberto para quem usar o seu computador.
O programa faz a cópia e lembra você de fazer, mas ela fica com você: não guardamos nada na nuvem. A cópia leva tudo, inclusive os comprovantes que você anexou. E se a base tiver senha, a restauração pede a senha.
Você escolhe por quantos meses quer, de 1 a 60, e paga de uma vez. O preço trava no prazo que você contratou: se subir depois, não sobe para você.
É para isso que ele existe. A planilha não sabe que o prejuízo de janeiro abate o lucro de março, nem lembra de descontar o come-cotas em maio. E ninguém lembra, todo ano, de tudo.
Sim. Tudo roda na sua máquina. A internet serve para conferir a licença de vez em quando e para buscar as cotações do dia.
Não. Ele faz a conta e mostra de onde saiu cada número. E quando a decisão é sua — como escolher o regime da previdência —, ele explica as duas opções em vez de escolher por você.
O arquivo continua no seu computador, e você continua abrindo para ler e exportar. O que para é apurar mês novo.
Serve. A empresa entra separada, com as contas dela, e o patrimônio dela não soma no seu. Dividendo, pró-labore e aporte de capital ficam registrados para a hora da declaração.