Contas, cartões, financiamentos, imóveis, veículos, aluguel, investimentos e a sua empresa, tudo no mesmo lugar. E o imposto de cada um: bolsa, day-trade, come-cotas, carnê-leão, ganho de capital, cripto e exterior, com o DARF calculado para você emitir no Sicalc e o espelho da declaração para conferir. E, se quiser, o extrato do banco chega sozinho pelo Open Finance.
Um e-mail no dia em que o download abrir, e os cinco primeiros passos para começar. Nada além disso.
Usamos o seu e-mail só para isso, e você sai da lista com um clique em qualquer mensagem. Política de privacidade.
Anotado. Você recebe o aviso no dia.
Hoje isso está espalhado em três programas. Abra cada um aqui embaixo para ver o que tem dentro.
Contas, cartões, financiamentos, o salário e tudo que se repete todo mês. Você importa o extrato do banco e a nota da corretora.
O programa sugere a categoria de cada compra do cartão — mercado, farmácia, escola, combustível — e você confirma ou troca; a regra que você criar vale para as próximas. Assim você não vê só o total da fatura no fim do mês: vê onde gastou.
Ações, fundos imobiliários, ETF, renda fixa, previdência, cripto, imóveis e veículos. O preço médio é calculado, e a cotação vem sozinha.
A empresa fica separada de você: o que é dela não soma no seu patrimônio. E o dividendo, o pró-labore e o aporte de capital andam entre as duas, cada um registrado como a Receita espera.
Ele apura todo mês, calcula o DARF com os campos para você emitir no Sicalc e monta o espelho da declaração, ficha a ficha, para você conferir antes de digitar no programa da Receita.
Se faltar a cotação do dia da venda, ele para e diz o que está faltando. Não inventa número para o cálculo fechar.
A lista inteira da versão de lançamento, sem enfeite.
Se faltar alguma coisa que você precisa, escreva. A lista cresce pelo que os usuários pedem.
Toda quarta, um vídeo sobre o imposto dos seus investimentos — a regra, a conta linha por linha, e como ela aparece no programa. Sem consultoria, com o artigo da lei na tela.
Sou o Luiz Bueno, contador. Criei o GFP360 porque eu mesmo precisava de um programa que fechasse as contas do mês e o imposto no mesmo lugar, sem mandar os meus dados para a nuvem de ninguém.
Cada regra do programa tem a lei por trás, e cada vídeo mostra a conta inteira. Dúvida, sugestão ou erro: contato@gfp360.com.br.
Luiz Bueno · GFP360 SOFTWARE LTDA · @gfp360app
Quase todo programa mostra uma linha subindo até a sua aposentadoria. Mas são três perguntas diferentes, e uma linha só responde uma delas.
O destino. Sai do que você gasta, não do que você ganha: para viver sem depender de salário, o seu patrimônio precisa sustentar o seu padrão de vida. É o cálculo de independência financeira.
O tempo da viagem. Com o que você já tem, o que guarda por mês e um rendimento médio, a projeção direta mostra o saldo ano a ano até cruzar o destino. É a conta que dá para refazer no papel.
As rotas. O mercado não rende a média todo ano, então a mesma carteira é simulada 10.000 vezes com a variação real. Em vez de uma data, você vê a faixa entre o cenário ruim e o bom, e em quantos dos cenários o destino é alcançado.
Você gasta R$ 9.000 por mês. Com retirada de 4% ao ano (convenção de mercado), o alvo estimado é de cerca de R$ 2,7 milhões.
Você tem R$ 480 mil e guarda R$ 4.500 por mês. Com retorno informado de 5% ao ano acima da inflação, a projeção direta estima que o patrimônio cruza os R$ 2,7 milhões em 2044.
Com o mesmo retorno informado e a volatilidade que você informar, 2044 fica no meio dos cenários simulados. Em 25% dos cenários simulados o alvo é alcançado antes de 2041; em outros 25%, só depois de 2049. Oito anos de diferença na mesma carteira, com as mesmas premissas.
A primeira conta estima o destino. A segunda estima a data. A terceira mostra que, com essas premissas, a data tem uma margem de oito anos. Uma linha só mostraria apenas 2044, e você nunca saberia da margem.
Suas premissas. Seus dados. Sua projeção. Seu caminho. O gasto, a poupança e a sua inflação o programa mede do seu histórico — não pergunta. O horizonte e a taxa de retirada você escolhe. E o retorno futuro, que ninguém sabe, ele pede em vez de inventar.
São mais de cinquenta. Estas quatro são as que você mais vai abrir.




Não pedimos a senha do seu banco. Não conectamos ao Open Finance. Não temos como ver o que você tem — porque nada disso chega até nós. Não pedimos a senha do seu banco. Se você contratar a conexão bancária, ela é feita pelo Open Finance do Banco Central, por meio da Pluggy: você autoriza no próprio banco, e o nosso servidor só repassa os dados para o seu computador, sem guardar extrato, saldo ou transação.
Lançamentos, saldos, investimentos, contas apuradas e comprovantes ficam num arquivo no seu computador. O que sai daqui vai só para o nosso servidor: a conferência da licença quando você abre o programa; o pedido das cotações (dos ativos do exterior e das criptos, só os códigos, sem quantidade nem valor); o CEP, se você usar o campo na contratação; o Open Finance, se você ligar; o relato de erro, se você permitir ou enviar; e a estatística de uso, se você ligar.
É opcional. Se você ligar, autoriza no site do seu banco — nunca no nosso — e o consentimento tem prazo e pode ser revogado a qualquer momento, no programa ou no banco.
A conexão é feita pela Pluggy, instituição de pagamento participante do Open Finance e regulada pelo Banco Central. O extrato passa pelo servidor da GFP360 a caminho do seu computador e não fica nele: não gravamos nenhuma linha, nenhum saldo, nenhuma descrição.
Nem todo banco ou corretora está disponível, e uma conexão pode falhar quando a instituição muda o seu sistema. Nesses casos, a importação por arquivo OFX continua funcionando.
O seu e-mail, para emitir a licença e mandar os avisos que você precisa receber. Nome, CPF ou CNPJ e endereço, porque a nota fiscal exige. O registro de que você aceitou o contrato, com a data. E um código da instalação, feito de forma irreversível, que fica ligado ao seu e-mail para contar em quantos computadores a licença está em uso.
Se você permitir nas preferências, quando o programa trava ele manda sozinho um código do erro. O relato de problema só vai quando você escreve e envia. Em nenhum dos dois vai o que você lançou.
Se você usar a conexão bancária, registramos o seu consentimento e quais bancos estão conectados, sem nenhum valor.
Você pode pôr uma senha no arquivo. Ela é a própria chave: nós não sabemos qual é, e não existe «esqueci minha senha». Se perder, perdeu o acesso àquele arquivo.
É o preço de a gente não ter como abrir a sua base. Se preferir sem senha, o programa funciona igual, e o arquivo fica aberto para quem usar o seu computador.
O programa faz a cópia e lembra você de fazer, mas ela fica com você: não guardamos nada na nuvem. A cópia leva tudo, inclusive os comprovantes que você anexou. E se a base tiver senha, a restauração pede a senha.
Você escolhe por quantos meses quer assinar, de 1 a 12. A cobrança é mensal, no cartão, pelo Mercado Pago. O preço trava no prazo que você contratou: se subir depois, não sobe para você. A conexão bancária é opcional, pelo mesmo prazo — quanto mais conexões, menor o preço de cada uma.
| Produto | Por mês | |
|---|---|---|
| GFP360 | R$ 24,90 | tudo do programa, com importação por OFX |
Uma conexão é um login numa instituição: a conta e o cartão do mesmo banco contam como uma só.
Um e-mail no dia em que o download abrir, e os cinco primeiros passos para começar. Nada além disso.
Usamos o seu e-mail só para isso, e você sai da lista com um clique em qualquer mensagem. Política de privacidade.
Anotado. Você recebe o aviso no dia.
É para isso que ele existe. A planilha não sabe que o prejuízo de janeiro abate o lucro de março, nem lembra de descontar o come-cotas em maio. E ninguém lembra, todo ano, de tudo.
Sim. Tudo roda na sua máquina. Com internet, o programa confere a licença quando você abre e busca as cotações do dia; sem ela, tudo continua funcionando até o fim do período pago.
Não. Ele faz a conta e mostra de onde saiu cada número. E quando a decisão é sua — como escolher o regime da previdência —, ele explica as duas opções em vez de escolher por você.
O arquivo continua no seu computador, e nada é apagado. O que para é lançar, importar e editar; consultar, exportar e fazer backup continuam.
Não. O programa funciona inteiro sem ele: você importa o OFX do banco ou lança à mão. O Open Finance poupa a digitação e traz o histórico que o seu banco liberar na primeira conexão — o quanto varia de banco para banco, e o cartão costuma trazer menos que a conta. Quando o prazo do adicional acaba, as conexões param — e o que já foi importado continua no seu arquivo.
Serve. A empresa entra separada, com as contas dela, e o patrimônio dela não soma no seu. Dividendo, pró-labore e aporte de capital ficam registrados para a hora da declaração.