O mês, a empresa e o imposto da bolsa. Num lugar só.
Da nota de corretagem ao DARF, e do DARF à ficha da declaração.
Feito por Luiz Bueno, contador.Baixe, instale e crie a sua base. Leva poucos minutos.
A regra, a lei citada e uma calculadora que roda no seu navegador, sem guardar nada.
Pró-labore e dividendos chegam em casa, cada um no seu lugar. O patrimônio da empresa não soma no seu.
A nota de corretagem entra; a carteira e o imposto do mês saem.
O espelho da declaração mostra cada ficha: você confere e passa para o programa da Receita.
Planilha, programa de controle do mês ou programa de carteira: o que cada um faz por você.
Ver o comparativoO GFP360 na tela, do instalador ao primeiro mês apurado.
Toda quarta, um vídeo sobre o imposto dos seus investimentos — a regra, a conta linha por linha, e como ela aparece no programa. Sem consultoria, com o artigo da lei na tela.
Sou o Luiz Bueno, contador. Criei o GFP360 porque eu mesmo precisava de um programa que fechasse as contas do mês e o imposto no mesmo lugar, sem mandar os meus dados para a nuvem de ninguém.
Cada regra do programa tem a lei por trás, e cada vídeo mostra a conta inteira. Dúvida, sugestão ou erro: contato@gfp360.com.br.
Luiz Bueno · GFP360 SOFTWARE LTDA · @gfp360app
A lista inteira da versão de lançamento, sem enfeite.
Se faltar alguma coisa que você precisa, escreva. A lista cresce pelo que os usuários pedem.
Quase todo programa mostra uma linha subindo até a sua aposentadoria. Mas são três perguntas diferentes, e uma linha só responde uma delas.
O destino. Sai do que você gasta, não do que você ganha: para viver sem depender de salário, o seu patrimônio precisa sustentar o seu padrão de vida. É o cálculo de independência financeira.
O tempo da viagem. Com o que você já tem, o que guarda por mês e um rendimento médio, a projeção direta mostra o saldo ano a ano até cruzar o destino. É a conta que dá para refazer no papel.
As rotas. O mercado não rende a média todo ano, então a mesma carteira é simulada 10.000 vezes com a variação real. Em vez de uma data, você vê a faixa entre o cenário ruim e o bom, e em quantos dos cenários o destino é alcançado.
Você gasta R$ 9.000 por mês. Com retirada de 4% ao ano (convenção de mercado), o alvo estimado é de cerca de R$ 2,7 milhões.
Você tem R$ 480 mil e guarda R$ 4.500 por mês. Com retorno informado de 5% ao ano acima da inflação, a projeção direta estima que o patrimônio passa dos R$ 2,7 milhões em 2045.
Com o mesmo retorno informado e a volatilidade que você informar (no exemplo, 12% ao ano), o patrimônio passa do alvo por volta de 2042 no cenário bom, 2046 no mediano e 2051 no ruim. Nove anos de diferença na mesma carteira, com as mesmas premissas.
A primeira conta estima o destino. A segunda estima a data. A terceira mostra que, com essas premissas, a data tem uma margem de nove anos. Uma linha só mostraria apenas 2045, e você nunca saberia da margem.
Suas premissas. Seus dados. Sua projeção. Seu caminho. O gasto, a poupança e a sua inflação o programa mede do seu histórico — não pergunta. O horizonte e a taxa de retirada você escolhe. E o retorno futuro, que ninguém sabe, ele pede em vez de inventar.
Não pedimos a senha da sua conta. Não conectamos ao Open Finance. Não temos como ver o que você tem — porque nada disso chega até nós. Não pedimos a senha da sua conta. Se você contratar a conexão pelo Open Finance, ela é feita pelo Open Finance do Banco Central, por meio da Pluggy: você autoriza na própria instituição, e o nosso servidor só repassa os dados para o seu computador, sem guardar extrato, saldo ou transação.
Lançamentos, saldos, investimentos, contas apuradas e comprovantes ficam num arquivo no seu computador. O que sai daqui vai só para o nosso servidor: a conferência da licença quando você abre o programa; o pedido das cotações (dos ativos do exterior e das criptos, só os códigos, sem quantidade nem valor); o CEP, se você usar o campo na contratação; o Open Finance, se você ligar; o relato de erro, se você permitir ou enviar; e a estatística de uso, se você ligar.
É opcional. Se você ligar, autoriza no site da sua instituição — nunca no nosso — e o consentimento tem prazo e pode ser revogado a qualquer momento, no programa ou na instituição.
A conexão é feita pela Pluggy, instituição de pagamento participante do Open Finance e regulada pelo Banco Central. O extrato passa pelo servidor da GFP360 a caminho do seu computador e não fica nele: não gravamos nenhuma linha, nenhum saldo, nenhuma descrição.
Nem toda instituição ou corretora está disponível, e uma conexão pode falhar quando a instituição muda o seu sistema. Nesses casos, a importação por arquivo OFX continua funcionando.
O seu e-mail, para emitir a licença e mandar os avisos que você precisa receber. Nome, CPF ou CNPJ e endereço, porque a nota fiscal exige. O registro de que você aceitou o contrato, com a data. E um código da instalação, feito de forma irreversível, que fica ligado ao seu e-mail para contar em quantos computadores a licença está em uso.
Se você permitir nas preferências, quando o programa trava ele manda sozinho um código do erro. O relato de problema só vai quando você escreve e envia. Em nenhum dos dois vai o que você lançou.
Se você usar o Open Finance, registramos o seu consentimento e quais instituições estão conectadas, sem nenhum valor.
Você pode pôr uma senha no arquivo. Ela é a própria chave: nós não sabemos qual é, e não existe «esqueci minha senha». Se perder, perdeu o acesso àquele arquivo.
É o preço de a gente não ter como abrir a sua base. Se preferir sem senha, o programa funciona igual, e o arquivo fica aberto para quem usar o seu computador.
O programa faz a cópia e lembra você de fazer, mas ela fica com você: não guardamos nada na nuvem. A cópia leva tudo, inclusive os comprovantes que você anexou. E se a base tiver senha, a restauração pede a senha.
R$ 1,66 por dia · 30 dias grátis, sem cartão
Você escolhe por quantos meses quer assinar, de 1 a 12. A cobrança é mensal, no cartão, pelo Mercado Pago. O preço trava no prazo que você contratou: se subir depois, não sobe para você. O Open Finance é opcional, pelo mesmo prazo — quanto mais conexões, menor o preço de cada uma.
| Produto | Por mês | |
|---|---|---|
| GFP360 | R$ 24,90 | tudo do programa, com importação por OFX |
Uma conexão é um login numa instituição: a conta e o cartão da mesma instituição contam como uma só.
Uma conexão é um login numa instituição: a conta e o cartão da mesma instituição contam como uma só. Usar o Open Finance é escolha sua: o GFP360 funciona inteiro com o arquivo OFX ou com o lançamento à mão. 30 dias grátis, sem cartão, em qualquer plano.
É para isso que ele existe. A planilha não sabe que o prejuízo de janeiro abate o lucro de março, nem lembra de descontar o come-cotas em maio. E ninguém lembra, todo ano, de tudo. Veja o comparativo.
Sim. Tudo roda na sua máquina. Com internet, o programa confere a licença quando você abre e busca as cotações do dia; sem ela, tudo continua funcionando até o fim do período pago, mais 72 horas de tolerância.
Não. Ele faz a conta e mostra de onde saiu cada número. E quando a decisão é sua — como escolher o regime da previdência —, ele explica as duas opções em vez de escolher por você.
O arquivo continua no seu computador, e nada é apagado. O que para é lançar, importar e editar; consultar, exportar e fazer backup continuam.
Não. O programa funciona inteiro sem ele: você importa o OFX da instituição ou lança à mão. O Open Finance poupa a digitação e traz até 12 meses de histórico mais o mês corrente, o que a instituição liberar na primeira conexão — o quanto varia de instituição para instituição, e o cartão costuma trazer menos que a conta. Quando o prazo do adicional acaba, mais 72 horas de tolerância, as conexões param — e o que já foi importado continua no seu arquivo.
Serve. A empresa entra separada, com as contas dela, e o patrimônio dela não soma no seu. Dividendo, pró-labore e aporte de capital ficam registrados para a hora da declaração.